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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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Indústria da aviação é responsável por 2,5% das emissões mundiais de CO2

Mäyjo, 11.01.15

Indústria da aviação é responsável por 2,5% das emissões mundiais de CO2

Um novo estudo revela que a indústria da aviação é responsável por 2,5% das emissões mundiais de dióxido de carbono (CO2), valor que ultrapassa a taxa de emissões da maioria dos países. Os investigadores calculam ainda que esta indústria não vai conseguir alcançar o objetivo de se tornar neutra em emissões em 2020.

A investigação, realizada pela Manchester Metropolitan University, estima que as emissões da indústria da aviação se situem entre 2 e 2,5% das emissões totais de CO2, valor que deverá aumentar substancialmente nas próximas décadas. Além da emissão de CO2, os milhares de aviões que cruzam os céus diariamente são ainda responsáveis pela emissão de óxido de nitrogénio, óxido de enxofre e outras toxinas. Uma vez que a libertação destes gases é feita na troposfera superior, os efeitos nefastos dos mesmos são amplificados.

Perante as correntes taxas de emissão, os investigadores estimam que a indústria apenas vai conseguir atingir o objectivo de se tornar neutra em CO2 em 2050. Para tal, o estudo indica que não basta implementar tecnologias de eficiência de combustível nem fontes energéticas alternativas e recomenda a implementação de medidas baseadas no mercado.

Entre estas medidas de mercado, escreve o Inhabitat, está a criação de um modelo global de transacção de emissões que se aplique a toda a indústria. Assim, estimam os cientistas, o objectivo de uma aviação neutra em CO2 em meados do século poderá ser concretizável.

Foto: Alex Babashov / Creative Commons

Serviços de água e saneamento de Oeiras e Amadora apostam no teletrabalho

Mäyjo, 11.01.15

Serviços de água e saneamento de Oeiras e Amadora apostam no teletrabalho

Os funcionários dos Serviços Intermunicipalizados de Água e Saneamento de Oeiras e Amadora (SIMAS) que trabalhem no turno da noite (entre as 24h e as 8h), aos fins-de-semana e feriados vão passar a poder fazê-lo no conforto da sua casa, de acordo com oJornal da Região.

Os funcionários, cuja função é de atender os telefones da Linha de Roturas e Obstruções na Via Pública, serão avaliados durante algum tempo. Caso os resultados sejam positivos, ele poderão vir a beneficiar outros trabalhadores: recém-parturientes, após o término da licença de maternidade, ou funcionários que beneficiem da licença parental.

“Acreditamos que estamos a fazer história”, explicou José Augusto Santos, chefe da divisão de Gestão de Recursos Humanos do SIMAS de Oeiras e Amadora ao Jornal da Região. De acordo com o responsável, o projecto é pioneiro na administração pública portuguesa.

“Fala-se muito em teletrabalho na administração pública, mas não existem praticamente nenhumas experiências”, explicou Carla Tavares, presidente do conselho de administração do SIMAS e presidente da Câmara da Amadora. “Acho que este projecto está no bom caminho”, continuou.

Para manterem o nível de qualidade do seu trabalho, os funcionários da linha de atendimento do SIMAS receberam um conjunto de meios técnicos que incluiu o acesso a dados informáticos e sistema de voz. Um dos objectivos do projecto é promover a conciliação da vida profissional e familiar dos trabalhadores e o apoio à parentalidade, factores que, segundo o SIMAS, terão impactos positivos a médio prazo no grau de compromisso e motivação dos trabalhadores e no absentismo laboral.

Foto: Johan Larsson / Creative Commons

Nova tecnologia permite reciclar plástico sem utilizar água

Mäyjo, 11.01.15

Nova tecnologia permite reciclar plástico sem utilizar água

Existe uma razão lógica para que os três “R” estejam ordenados desta forma: Reduzir, Reutilizar e Reciclar. Para realmente se conseguir diminuir o impacto ambiental humano, a reciclagem deve ser o último passo depois de se ter esgotado as duas primeiras opções.

Reciclar é gesto positivo para salvar o planeta mas muitas vezes o que não se sabe acerca do processo é que envolve grandes quantidades de água e energia. Normalmente, antes de ser reciclado, o plástico é lavado com detergente, sendo posteriormente empilhado em blocos. Depois, estes blocos são secos de maneira a cristalizarem, processo que envolve uma exposição a temperaturas de 180 graus Celsius e arrefecimento em água.

Contudo, existe agora um novo processo de reciclagem para o plástico que não requer a utilização de água. Foi inventado pela empresa Ak Inovex, no México, e permite a criação de blocos de plástico sem recurso a temperaturas excessivas. Tal significa que o novo método não só permite poupar água como apenas requer metade da energia dos processos convencionais.

A nova tecnologia permite processar mais de 90% de qualquer tipo de plástico, incluindo o poliestireno, politereftalato de etileno e acrilonitrila butadieno estireno. Uma vez que é um processo mais simples, requer menos espaço e os blocos de plástico produzido são de maior qualidade.

De acordo com o TreeHugger, a tecnologia utiliza paredes especiais que conseguem moldar o plástico na forma de paletes e arrefecê-lo ao mesmo tempo. As patentes para este novo processo de reciclagem estão à espera de aprovação e o próximo passo da Ak Inovex será substituir o detergente convencional por um bio-detergente, que tornará o processo mais barato e ambientalmente seguro.

Foto: Risager / Creative Commons

CLIMA DA EUROPA

Mäyjo, 11.01.15

À excepção das áreas mais setentrionais e das de altitudes mais elevadas, predominam os climas temperados.

  • Clima temperado marítimo (Brest)

Localização: Estende-se numa faixa litoral da Galiza para norte.

Características: TMA moderadas, pequenas amplitudes térmicas anuais e uma distribuição mais ou menos regular das PMA.

Beneficia da influência do oceano aquecido pela corrente quente do Golfo.

  • Clima temperado continental (Varsóvia)

Localização: nas áreas mais interiores do continente.

Características: grandes amplitudes térmicas anuais; verões quentes e pluviosos e invernos frios, com precipitações reduzidas, quase sempre de neve.

No verão o ar aquece em contacto com o solo, ascende transportando consigo o vapor de água que condensando-se origina nuvens e estas chuvas.

  • Clima temperado mediterrânico (Lisboa)

Localização: toda a franja meridional da Europa, compreendida entre Portugal e o mar Negro.

Características: verões quentes e secos; invernos amenos e pluviosos. Os verões quentes devem-se à latitude e à influência do ar que sopra do Sul e do interior da Península Ibérica.

  • Clima de montanha (Obir)

Localização: cordilheiras do Sul da Europa, Alpes da Escandinávia e Highlands britânicas.

Características: registam-se temperaturas mais baixas e precipitações mais elevadas que nas áreas vizinhas situadas a menores altitudes.

As vertentes expostas aos ventos húmidos registam maiores valores de precipitação que as situadas do lado oposto.

  • Clima polar (ilha dos Ursos)

Localização: Norte da Europa, na bordadura do oceano glacial Árctico.

Características: TMA negativas; a temperatura média do mês mais quente, no geral, não ultrapassa 5 °C; raras precipitações, quase sempre de neve.

As temperaturas são baixas em consequência da latitude e da influência do ar muito frio vindo do Ártico.